Você já percebeu como algumas pessoas parecem seguras, mesmo enfrentando desafios?
Elas não são perfeitas — apenas têm uma base sólida chamada autoestima.
Mas o que exatamente é autoestima? E por que ela influencia tanto a forma como nos sentimos, agimos e nos relacionamos?
A autoestima é o modo como você se enxerga e se valoriza.
Quando ela está equilibrada, você se sente capaz, digno e confiante. Quando está abalada, até as pequenas situações do dia a dia parecem grandes demais.
Vamos entender como a autoestima se forma, o que a enfraquece e como fortalecê-la na prática.
1. O que é, de fato, autoestima?
Autoestima não é se achar melhor que os outros — é reconhecer o próprio valor sem precisar de aprovação constante.
Ela nasce da forma como você se percebe, das suas experiências e das mensagens que recebeu ao longo da vida.
Pessoas com autoestima saudável sabem que têm qualidades e também limitações, mas não deixam que seus erros definam quem são.
2. Como a autoestima é construída (ou destruída)
A forma como somos tratados desde a infância tem grande impacto na nossa autopercepção.
Críticas excessivas, comparações ou falta de reconhecimento podem fazer você acreditar que nunca é bom o bastante.
Com o tempo, esses pensamentos se tornam uma voz interna crítica, que reforça inseguranças.
Mas o bom é que essa voz pode ser reeducada — e a terapia é um ótimo espaço pra isso.
3. Sinais de que sua autoestima pode estar baixa
Nem sempre é fácil perceber quando a autoestima está fragilizada, mas alguns sinais são comuns:
- Dificuldade em aceitar elogios.
- Medo constante de errar ou decepcionar.
- Comparação frequente com outras pessoas.
- Sentimento de inadequação.
- Busca excessiva por aprovação.
Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para reconstruir o olhar sobre si mesmo.
4. Como fortalecer sua autoestima na prática
Recuperar a autoestima não acontece da noite para o dia — é um processo de reconexão com quem você é.
Mas pequenos passos diários fazem diferença:
- Cuide do seu diálogo interno: substitua “não consigo” por “posso tentar”.
- Valorize pequenas conquistas: celebrar o progresso motiva e fortalece.
- Cerque-se de pessoas que te apoiam: relacionamentos saudáveis são combustível pra autoestima.
- Respeite seus limites: dizer “não” também é uma forma de amor-próprio.
- Busque autoconhecimento: entender suas emoções e necessidades te ajuda a se aceitar de verdade.
5. O papel da terapia na reconstrução da autoestima
Na terapia, você aprende a reconhecer as origens da autocrítica e a criar uma relação mais gentil consigo mesmo.
O psicólogo ajuda a entender de onde vêm as inseguranças e a transformá-las em força.
É um processo de reencontro — não de mudar quem você é, mas de redescobrir o valor que sempre esteve aí.
Conclusão
Autoestima é um processo silencioso e profundo.
É a base da confiança, da coragem e da capacidade de seguir em frente mesmo quando a vida não é fácil.
Cuidar dela é cuidar de si.
E quanto mais você se reconhece, mais fácil é ocupar o seu espaço no mundo com autenticidade e leveza.